Como controlar gastos: veja dicas para autônomos e vendas diretas

Como controlar gastos? Registrar no papel ou no celular os pagamentos e recebimentos são algumas formas. (Foto: Pexels)
Registrar no papel ou no celular as contas e os recebimentos são algumas formas para controlar os gastos de maneira eficiente. (Foto: Pexels)

Se para uma pessoa com carteira assinada é importante saber como controlar os gastos, para os profissionais autônomos e trabalhadores de vendas diretas essa é uma preocupação maior ainda.

Para ter uma vida financeira mais saudável e evitar passar por algum perrengue, veja a seguir cinco dicas que vão fazer toda a diferença:

Separe as despesas pessoais das profissionais

Essa é uma máxima que vale não só para os pequenos empresários, mas também para profissionais autônomos, freelancers e de vendas diretas.

Ao misturar as contas, os trabalhadores não conseguem saber exatamente quanto custa manter os produtos em estoque ou quanto é preciso vender para sair no lucro (o que é péssimo para o bolso).

Para fugir disso, registre em uma planilha, caderno ou aplicativo todos os gastos que você possui em casa e no escritório. Descubra quanto é preciso ganhar por mês para pagar as contas mais importantes e estude onde é possível cortar custos.

A partir daí, refine o seu controle de gastos e faça uma projeção das despesas pessoais e profissionais dos próximos meses.

Mantenha um registro das vendas

Para os profissionais autônomos e de vendas diretas, ter um registro dos pagamentos à vista e a prazo é fundamental.

Garanta isso por meio de uma relação por escrito dos recebimentos obtidos na hora e aqueles que foram “pendurados”. Além disso, anote as formas de pagamentos (dinheiro, cheque, etc.) e a data em que o valor entrará no caixa.

Para facilitar a sua vida, use aplicativos para o celular, como o DimDim. Nele, você terá uma plataforma digital que oferecerá o registro das vendas, o controle dos recebimentos e a emissão de boletos.

Não tenha medo de cobrar

Vender fiado é uma prática comum neste meio, o que traz consigo o risco de calote. Mas existem maneiras de diminuir essas chances.

A digitalização e o controle das vendas são duas delas. Entretanto, existe ainda uma terceira via: a cobrança de clientes inadimplentes.

Se você é tímido, tente algumas das abordagens a seguir:

  • Quando a data de vencimento estiver próxima, mande mensagens de texto lembrando da compra.
  • Se, mesmo assim, a pessoa ficar sem pagá-lo depois do vencimento, entre mais uma vez em contato via SMS ou whatsapp.
  • Caso o cliente não tenha dinheiro para pagá-lo, ofereça a oportunidade de renegociar a dívida.

Depois de controlar os gastos, faça uma reserva de emergência

Depois de entender como controlar os gastos, é hora de manter um “colchão” para momento difíceis. Ele pode ser uma poupança, um fundo de investimento ou outra opção da sua preferência. O importante é que seja fácil e rápido de sacar e que ofereça algum rendimento.

Tenha disciplina e só use o dinheiro se for realmente preciso. A recomendação dos educadores financeiros é montar uma reserva equivalente a seis meses dos seus ganhos. Sempre que usá-la, lembre de repor a quantia assim que puder.

E você, tem mais dicas sobre como controlar gastos e fazer o seu dinheiro render mais? Deixe aqui o seu comentário!

Entenda o que é risco de crédito e como isso afeta seu negócio

Entender o que é risco de crédito é decisivo para aumentar as vendas e ganhar novos clientes. (Foto: Pexels)

Entender o que é risco de crédito é fundamental para todo pequeno empresário que quer aumentar as vendas no fiado com segurança e evitar calotes.

Por meio de serviços on-line e aplicativos para o celular, os profissionais têm acesso a uma base de dados com a reputação dos compradores, o que ajuda a decidir quando vale a pena vender a prazo para aumentar os ganhos.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então leia o texto a seguir:

O que é risco de crédito?

O risco de crédito é o quanto o lojista, o pequeno empresário e o prestador de serviços estão expostos a perdas por falta de pagamento.

Neste caso, a lógica é a mesma de quando um amigo lhe deixa na mão. Se ele não devolver o dinheiro todas em  que tomar emprestado, será mais difícil de ajudá-lo no futuro.

No mundo dos negócios é a mesma coisa. Ao ficar inadimplente, o consumidor ganha uma “nota baixa” e tem dificuldade de fazer empréstimos ou conseguir um novo cartão de crédito, por exemplo. Já quando as contas são pagas em dia, a classificação se torna alta e a situação é outra.

Quanto mais vezes um cliente ficar devendo, menor será a sua pontuação, porque o risco de um outro vendedor levar um calote será maior.

Essa classificação é um dos pontos considerados pelo Serasa, pelo SPC e pelos bancos para avaliar se uma pessoa pode ou não ter acesso a alguns serviços e facilidades.

Mas, assim como existem listas de maus pagadores, há também o outro lado da moeda: o cadastro positivo.

Ao contrário da anterior, esta listagem indica quais são os consumidores que pagam as contas em dia e que, por isso, merecem empréstimos mais altos quando for preciso. Por enquanto, para fazer parte desse cadastro no Brasil é preciso solicitar a inclusão nos serviços de proteção de crédito.

Entretanto, os pequenos empresários e os autônomos podem ter um cadastro próprio para organizar as contas do negócio.

Aplicativos ajudam a evitar calotes

Ao conhecer o perfil dos clientes, vender fiado se torna mais seguro e lucrativo. Afinal, para uma loja ou para quem trabalha com vendas diretas, isso significa compras parceladas com preços mais altos e menores riscos de perdas.

Mas, para criar um banco de dados com essas informações é necessário tempo, investimento e gente. Por isso, é possível contratar planos de empresas especializadas ou baixar um aplicativo gratuito para o celular.

Por meio deste programa, os pequenos empresários e profissionais autônomos têm acesso a uma plataforma digital que oferece a reputação dos clientes no momento em que eles pedem o crédito para efetuar as compras.

Com isso, pode-se conhecer o perfil de pessoas que nunca pisaram na sua loja e que no futuro podem se tornar fiéis ao seu negócio.

Pronto: agora você já sabe o que é risco de crédito. Se ainda tiver dúvidas sobre o assunto, deixe a sua pergunta no post. Até a próxima!

Veja 7 dicas infalíveis para cobrar clientes inadimplentes

Enviar lembretes por meio de mensagens e usar aplicativos de controle e cobrança são algumas das alternativas. (Crédito: Pixabay)

As vendas a prazo são uma oportunidade para aumentar os ganhos do seu negócio e conquistar novos consumidores. Mas essa escolha traz consigo um risco grande: o de calote. Quando isso acontece, não tem jeito, é preciso cobrar clientes inadimplentes. E, como sabemos, essa nem sempre é uma missão fácil.

Para ajudá-lo, fizemos um post com algumas dicas para pequenos empresários e profissionais autônomos não ficarem com as mãos abanando. Vamos lá?

1. Defina datas e parcelas fixas

Antes de qualquer coisa é preciso evitar o calote. Para que isso ocorra, o primeiro passo é ter um controle rigoroso de quem deve quanto à sua empresa. Para tanto, mantenha datas e valores fixos para o pagamento das parcelas. Isso contribui para organizar as suas contas e evitar prejuízos.

2. Emita boletos de cobrança

Os boletos são uma forma de registrar a dívida que o comprador tem com o seu negócio. Ao enviá-los, os clientes terão por escrito quais são as parcelas a serem pagas todos os meses, qual é a data de vencimento e quais são as multas e juros se o prazo não for cumprido.

3. Envie lembretes para os “esquecidinhos”

Em alguns casos, os consumidores esquecem as datas de pagamento. Para evitar esse problema, envie lembretes amigáveis para mostrar que a parcela não foi paga e demonstre disposição para negociar. Isso é possível por meio de mensagens pelo whatsapp, por e-mail ou por SMS.

4. Não espere demais para cobrar clientes inadimplentes

Quem cobra antes recebe antes. Portanto, não deixe o prazo da dívida se alongar por mais de dez dias após o vencimento. Caso contrário, é possível que ele se esqueça do débito e não tenha dinheiro para honrá-lo.

5. Seja discreto

Não é só o pequeno empresário e o prestador de serviços que ficam constrangidos. Às vezes, o comprador também tem vergonha de estar inadimplente. Para evitar qualquer mal-estar, faça a cobrança direto com o consumidor. Evite “mandar recados” por meio de parentes e amigos. Se a dívida se estender por muito tempo, ligue e faça uma proposta para renegociá-la.

6. Ofereça opções de pagamento

Facilite para o lado do cliente. Dê opções para que ele possa quitar os débitos. Se o pagamento for em dinheiro, avalie reduzir os juros e multas. Senão, ofereça outras possibilidades de pagamento e de parcelamento da dívida.

7. Use aplicativos para as vendas a prazo

Um jeito de diminuir a inadimplência é usar programas para o celular ao vender fiado. Por meio do uso de aplicativos é possível emitir boletos e definir o número, o valor das parcelas e as datas de vencimento.

Se, mesmo assim, as contas não forem quitadas, os pequenos empresários e os profissionais liberais recebem a ajuda necessária dos desenvolvedores do app para fazer as cobranças, que passam a ser “terceirizadas”.

E, para você, quais são as maiores dificuldades ao cobrar clientes inadimplentes? Tem alguma outra dica para evitar calotes? Deixe a sua pergunta ou conselho nos comentários.

Conheça opções de investimentos para seu dinheiro render mais

Mercado oferece opções com a mesma segurança e retornos superiores à poupança. Foto: Pexels.
Mercado oferece opções com a mesma segurança e retornos superiores à poupança. (Foto: Pexels)

Saber investir e fazer o dinheiro render mais é um desafio para todos os trabalhadores. Mas para pequenos empresários e profissionais autônomos, a necessidade de poupar é ainda maior.

As incertezas que rondam os ganhos futuros, além das contas a pagar todos os meses, tornam o planejamento e o controle de gastos uma prática indispensável. Afinal, é por meio delas que é possível se preparar para emergências ou adquirir novos equipamentos, produtos e soluções sem comprometer o caixa.

Para isso existem diferentes opções que fogem da poupança e que entregam resultados (bem) acima dela. E o melhor: com a mesma segurança da caderneta. Conheça a seguir alguns desses investimentos:

Tesouro Direto

São os títulos da dívida do governo. Ao comprar os papeis, o investidor antecipa o pagamento de parte dos débitos públicos e recebe uma remuneração após um determinado período.

A base para os rendimentos é a Selic, a taxa básica de juros, que hoje está em 11,25% ao ano. Para se ter uma ideia, a caderneta entrega 6,5% ao ano, mais uma pequena correção monetária.

O Tesouro Direto é considerado o investimento mais seguro do país e tem liquidez diária (traduzindo: o dinheiro pode ser resgatado a qualquer momento).

Para quem procura manter uma reserva de emergência, o título mais recomendado é o Tesouro Selic, que segue apenas o sobe e desce dos juros básicos da economia. O investimento mínimo necessário é de R$ 30.

Entretanto, o poupador precisa ficar de olho no Imposto de Renda, que incide apenas sobre os ganhos da aplicação. A tabela é regressiva, diminuindo com o tempo. Ela vai de 22,5%, para até seis meses, até 15%, para dois anos ou mais. Se o dinheiro for retirado antes de 30 dias, porém, há a cobrança do IOF. Por isso, é recomendado que o saque ocorra só depois deste prazo.

CDB

Os Certificados de Depósito Bancário são outra alternativa segura para fazer o seu dinheiro render mais. Nestas aplicações, os poupadores fazem empréstimos aos bancos, que os remuneram após um dado período.

Os pagamentos costumam seguir a Selic, podendo ficar abaixo ou acima dela. Nas instituições maiores, os CDBs entregam ganhos a partir de 70% do total da taxa de juros, mas nos bancos menores os títulos superam facilmente os 100%. Ou seja: mais que o Tesouro Direto.

Os certificados são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), um mecanismo que devolve o dinheiro aplicado em caso de quebra da instituição, desde que o valor não ultrapasse os R$ 200 mil por CPF. O FGC é o mesmo que garante os investimentos que estão na poupança, o que torna os CDBs tão seguros quanto a caderneta.

O valor mínimo de investimento varia conforme a instituição, assim como o prazo para o resgate. Via de regra, quanto mais tempo o dinheiro ficar no banco, maior será o retorno. Assim como os títulos públicos, os certificados também têm a incidência do IR.

Buscadores de investimentos fazem dinheiro render mais

Um jeito de comparar as diferentes opções disponíveis no mercado é usar os buscadores on-line de investimentos, como o Yubb. Por meio deles, o usuário pode informar quanto tem disponível e quando pretende fazer o resgate.

A partir daí, as plataformas colocam lado a lado os ganhos das aplicações e explicam o passo a passo para realizá-las.

Se você tem dúvidas sobre investimentos e como fazer o seu dinheiro render mais, deixe a sua pergunta nos comentários.

Aplicativo DimDim recebe prêmio de inclusão social

CaixaComemora
O aplicativo DimDim foi um dos cinco selecionados entre empresas de tecnologia do Brasil no Desafio de Negócios de Impacto Social: Educação Financeira e Serviço Financeiro para Todos, promovido pela Caixa e pela Artemisia.

A startup, que oferece um aplicativo para vendas no fiado e controle financeiro de pequenos negócios e de profissionais autônomos, foi escolhida entre 460 concorrentes de todo o país.

O desafio tem o objetivo de incentivar negócios que atendam a populações de menor renda. Com isso, a empresa receberá R$ 200 mil em investimentos e uma consultoria para ampliar o processo de inclusão econômica e social.

O que é o aplicativo DimDim?

O Dim Dim é um aplicativo que digitaliza a caderneta de fiado, modalidade de vendas a prazo que ganhou força nos últimos dois anos com a crise econômica.

Por meio do app, os usuários têm o controle das dívidas a pagar e a receber dos seus clientes, com os valores e as datas previstas, e acesso a uma plataforma de reputação que indica o histórico de comportamento dos usuários (ou seja, o risco de crédito).

Outra facilidade oferecida pelo app é a “terceização” da cobrança em caso de inadimplência, tarefa desgantante para o pequeno empresário, que receberá a ajuda da startup.

A partir de maio, o Dim Dim fará um projeto piloto com a Caixa para ampliar os benefícios aos usuários. As novidades serão divulgadas em breve!

Como o programa funciona?

Ao baixar o programa para o celular, o usuário deverá criar um cadastro a partir dos seus dados e de uma foto pessoal e de um documento de identificação. O processo visa a garantir a segurança e segue todas as normas exigidas pelo Banco Central.

Em seguida, os empresários ou profissionais devem convidar os clientes para criar uma conta no app. Só assim será possível atribuir as faturas para pagamento das compras, que podem ser quitadas em qualquer banco ou por meio do internet banking.

Feito isso, o consumidor combina com o vendedor o número de parcelas e a data para o vencimento das contas.

O cadastro e as transações entre os usuários  são gratuitas e há a cobrança apenas do saque (R$ 5,97) e da emissão da fatura (R$ 9,97).

Em caso de falta de pagamento, o cliente terá de arcar com juros simples de 1% ao mês. Ou seja, não há cobrança de juros sobre juros, mas apenas sobre a dívida inicial. Isso é diferente do que ocorre nos grandes bancos, que cobram juros sobre juros a uma média de 4,31% a 6,52% ao mês para o Crédito Pessoal, que é uma das modalidades menos caras do mercado.

Para experimentar o aplicativo DimDim, que está disponível apenas para aparelhos Android, vá até a loja do Google e baixe o programa!

Vender à vista ou a prazo: o que é melhor para seu negócio?

Escolha depende dos objetivos da empresa.
Escolha depende dos objetivos da empresa.

O que é melhor: vender à vista ou a prazo? Essa dúvida tão comum para lojistas e profissionais autônomos tem lá os seus motivos.

Afinal, as duas opções têm vantagens e desvantagens. Saber quando dar um desconto ou aumentar o número de parcelas é importantíssimo para cuidar do dinheiro do seu negócio.

Confira a seguir algumas dicas para descobrir quando vale a pena incentivar cada uma dessas opções:

Venda à vista no dinheiro

O pagamento em dinheiro ainda é o mais comum entre os consumidores. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional dos Lojistas (CNDL), seis em cada dez pessoas fazem as suas compras dessa forma.

Os ganhos neste caso são claros para os dois lados. Para o lojista, o pagamento entra no caixa na hora e ajuda a bancar os custos do produto em estoque. Como resultado, contribui para controlar o fluxo de caixa. Já para o cliente, a compra vale a pena porque abre portas para maiores descontos.

Mas, com o uso do cartão em alta e da existência de outras formas de pagamento, aceitar só dinheiro vivo significa perder a chance de fechar mais vendas.

Além disso, os comerciantes e prestadores de serviços devem ficar de olho no tamanho do desconto, que não pode ser grande demais a ponto de deixá-los no zero a zero.

Venda parcelada

Por sua vez, a venda parcelada tem como vantagem o fato de dar mais opções de pagamento ao consumidor. Como consequência, o negócio ganha clientes e faz crescer o volume de produtos e de serviços vendidos.

Mas, ao incentivar essa opção, é preciso ter certeza de que o dinheiro em caixa é suficiente para pagar as contas do mês e segurar a barra até o recebimento do que é devido. Isso é possível por meio de um bom controle dos ganhos e custos, o que ajuda a definir o número de parcelas em que o pagamento será dividido.

Fiado: alternativa para vender à vista ou a prazo

Embora as compras no cartão de crédito sejam uma das formas mais usadas para a venda a prazo, o comerciante e o prestador de serviços têm de pagar taxas para as operadoras das maquininhas.

Por isso, uma das alternativas para escapar dos custos é pendurar na caderneta. Quando o comprador é confiável (ou seja, tem um baixo risco de crédito) e há um controle rigoroso dos valores e prazos de pagamento, o fiado vira uma ferramenta capaz de aumentar as vendas.

Por meio de um aplicativo para o celular, é possível ter um caderno de anotações digitalizado na palma da mão e saber quanto e quando as pessoas lhe devem. Com isso, sua vida financeira ficará mais organizada!

E você, tem alguma outra sugestão sobre o que considerar ao vender à vista ou a prazo? Então, deixe o seu comentário.

Profissional autônomo: saiba como fazer o dinheiro render mais

autonomo dinheiro render mais
Para fazer o dinheiro sobrar todos os meses é preciso agir como um empresário e acompanhar as contas de perto.

Ser um profissional autônomo traz vantagens e responsabilidades. Se por um lado não é preciso responder a um chefe ou trabalhar sempre no mesmo horário, por outro é necessário ter a mão firme para organizar as contas e fazer o dinheiro render mais.

Para ajudá-lo a colocar a saúde financeira em dia, separamos algumas dicas que farão toda a diferença para a sua vida. Confira:

Anote os ganhos e gastos

Não adianta. Para usar melhor os lucros do seu negócio, só tendo a noção exata das despesas e de quanto recebe.

Ao controlar o fluxo de caixa, você conseguirá fazer previsões de gastos e encaixá-los aos seus rendimentos. Com isso, ficará mais fácil encarar os tempos de vacas magras.

Esse controle é possível por meio de cadernos, planilhas ou aplicativos para o celular. Hoje, os apps oferecem segurança e rapidez de acesso às contas, além de trazer a praticidade de consultá-las em qualquer lugar, a qualquer hora.

Faça um pente fino nas contas

Colocou os lucros e as despesas na ponta do lápis? Agora, veja se não há gastos que podem ser evitados ou diminuídos.

Faça os cálculos de quanto recebe dos clientes e encontre uma média. A partir disso, planeje com antecedência quanto destinará para os custos fixos (aluguel, luz, internet, etc.) e variáveis (alimentação, transporte, etc.). Só depois veja se sobrará para comprar algum mimo. Isso fará seu dinheiro render mais.

Diminua os riscos nas vendas a prazo

Nem sempre o cliente tem como pagar na hora da compra. Por isso, o bom e velho fiado é uma prática comum para os autônomos.

Tudo bem em usar a caderneta, mas para isso é preciso ter um controle rigoroso ao vender à vista ou a prazo.

Uma maneira de manter o fiado com segurança é baixar um aplicativo para o celular. Por meio deste recurso, você saberá quanto e quando irá receber, o que ajudará a organizar as suas contas.

Além disso, a ferramenta fará as cobranças e a geração das faturas automaticamente, sem que precise se preocupar com isso.

Não gaste o que ainda não recebeu

Ao vender na caderneta, o dinheiro da venda só estará disponível depois da entrega do produto ou do serviço. Mas, e se o cliente pagar depois da data combinada? É por essas e outras que não devemos gastar hoje aquilo que iremos receber daqui a uma ou duas semanas.

Se você está contando com a venda para comprar um celular ou uma roupa, espere receber para depois adquirir o produto. Talvez, até lá, a vontade de consumir pode até desaparecer!

Poupe e faça o dinheiro render mais

Ser autônomo significa ter incertezas em torno dos rendimentos. Por isso, para não entrar em apuros é necessário ter o hábito de poupar.

Para não se esquecer de guardar dinheiro, reserve uma data para investir todos os meses. Se tiver uma conta em banco, programe o débito automático para a poupança ou para outros investimentos.

Pense nesse dinheiro como uma reserva que servirá apenas para bancar as despesas em momentos difíceis, e não para o consumo.

Com essas dicas ficará mais fácil fazer o seu dinheiro render mais. Se você tem dúvidas ou mais dicas sobre o assunto, escreva para a gente nos comentários!

6 passos para organizar as contas da sua empresa

Ter datas e horários fixos para anotar as entradas e saídas ajuda a organizar as contas da sua empresa.
Ter datas e horários fixos para anotar as entradas e saídas ajuda a organizar as contas da sua empresa.

Para organizar as contas da sua empresa é preciso fazer algumas mudanças na forma de cuidar do seu negócio.

Criar bons hábitos no presente, investir e se preparar para o futuro são os primeiros degraus, que aliados a outras práticas têm tudo para melhorar a sua situação financeira.

Veja a seguir um passo a passo simples que todo empresário seguir para obter os melhores resultados!

1. Crie o hábito de organizar as contas da sua empresa

Manter a saúde financeira do seu negócio não é diferente de ficar em forma.

Assim como é preciso se segurar na alimentação e fazer exercícios regularmente, para ficar no azul é necessário ter disciplina e acompanhar o dinheiro que entra e sai do seu negócio — ou seja, controlar o fluxo de caixa.

Se dedicar no fim do dia ou uma vez por semana a fazer as contas está de bom tamanho. Para facilitar essa tarefa, marque uma data e horários fixos na agenda.

2. Planeje quanto dinheiro irá entrar e sair todo mês

O hábito de acompanhar as contas dará a noção exata de quanto custa manter a empresa em pé e quais são os ganhos médios ao vender à vista ou a prazo.

A partir desses números, faça uma previsão dos gastos e do dinheiro que espera receber nos próximos meses. E não deixe de cobrar clientes inadimplentes!

3. Use planilhas e aplicativos para o celular

Depender da memória é a última coisa a se fazer ao cuidar do dinheiro do seu negócio. Para não se perder, anote todas as entradas e saídas em um caderno ou em uma planilha no computador. Mas, se você procura por praticidade e segurança, considere baixar um aplicativo para o celular.

A vantagem dos aplicativos está no fato de você sempre ter em mãos todas as informações sobre o seu negócio, não importa onde esteja. O mesmo vale para as vendas no fiado. Com a tecnologia, é possível organizar valores a receber, prazos e não se preocupar com a tarefa de cobrar os clientes.

4. Avalie ter uma conta corrente para o seu negócio

Ter uma conta corrente exclusiva para sua empresa é uma alternativa para ter uma organização melhor. Ao fazer essa escolha, você evitará futuras confusões entre as contas pessoais e as do seu negócio, fará o dinheiro render mais e passará por menos apertos para honrar fornecedores, impostos e outros custos.

No entanto, é importante avaliar as despesas para abrir a conta e quais são suas reais necessidades. Dependendo do que precisa, um aplicativo pode oferecer as mesmas funcionalidades com segurança e por um menor preço.

5. Considere ter um cartão corporativo

Se você usa cartões de débito e crédito para pagar as contas, considere ter um apenas para as despesas do seu negócio, o que é possível quando se tem uma conta corrente empresarial.

Mas só leve o cartão no bolso quando for usá-lo para a empresa. Se for sair com a família ou os amigos, deixe-o em casa.

6. Programe o seu salário

Com os gastos em dia fica mais fácil saber quanto é possível sacar para bancar as despesas pessoais. Para não se perder, faça como os demais empregadores: defina um dia para pagar a si mesmo e resgate o dinheiro sempre na mesma data.

Com essas dicas, organizar as contas da sua empresa será uma questão de tempo.

Se quiser descobrir outras formas de fazer o seu negócio evoluir e ver o dinheiro render mais, siga todas as novidades do nosso blog.

4 dicas preciosas para cuidar do dinheiro do seu negócio

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Anotar direitinho os custos e as vendas é um dos primeiros passos para organizar as contas da sua empresa.

Cuidar do dinheiro do seu negócio é uma tarefa trabalhosa, mas necessária para manter as portas abertas e garantir o seu sucesso.

Entretanto, com algumas atitudes simples, dá para manter a saúde das suas contas e lucrar no fim do mês com mais facilidade.

Confira a seguir quatro dicas infalíveis para a sua empresa!

  1. Organize o dinheiro que entra e sai do caixa

Ter o controle dos produtos e dos pagamentos feitos à vista ou a prazo é uma das formas mais eficientes para cuidar do dinheiro do seu negócio.

Saber quanto tem disponível e o valor que irá receber é fundamental para não abrir um buraco no caixa. Assim, você evita os empréstimos no banco ou com alguém da sua família.

Para manter as contas em dia, anote todo o dinheiro que entrou e saiu da sua empresa (o chamado controle do fluxo de caixa). Use uma caderneta ou procure por aplicativos para o celular.

  1. Para cuidar do dinheiro do seu negócio, não misture suas contas com as da sua empresa

Outra dica valiosa é não confundir as contas pessoais com as do seu negócio. Se você misturá-las, não saberá ao certo quanto custa manter a empresa ou o valor que é preciso cobrar aos clientes.

Para escapar desse risco, use uma planilha, um caderno ou um aplicativo apenas para organizar esse dinheiro. Coloque lá as despesas com luz, internet, aluguel, impostos e com outros gastos.

Assim, você terá uma ideia dos custos e de quanto precisará para deixar as portas abertas.

  1. Só faça empréstimos se for necessário

Às vezes, pedir um empréstimo no banco ou para a sua família parece a melhor solução. Mas, antes de procurar o gerente ou um parente próximo, veja se não há nenhum ralo que esteja puxando mais dinheiro que o necessário.

Se o corte de gastos for pouco, avalie se não há algum equipamento que esteja parado e que possa ser vendido para render um dinheirinho.

Caso não tenha outro jeito, fuja dos empréstimos pessoais e procure por opções que tenham mais a ver com o tamanho da sua empresa. Pode ter certeza: o custo vai ser mais baixo.

  1. Aceite diferentes opções de pagamento além do dinheiro vivo

Embora receber à vista e em dinheiro seja preferível em muitos casos, não é sempre que o consumidor conseguirá pagá-lo desse jeito.

As compras no cartão de crédito e de débito estão mais comuns e é importante ter uma maquininha em mãos.

Mas, como nem todos têm cartão, aceite os cheques pré-datados e não se esqueça do fiado. Só fique atento para algumas medidas de segurança:

No caso do cheque, certifique-se de que todos os dados preenchidos pelo cliente estejam corretos. Se ele for conhecido e confiável, anote o valor devido na caderneta. Mantenha ela sempre em dia, com a relação de quem deve, quanto deve e quando irá pagar.

Para tornar as notações mais organizadas, esteja ligado nas novidades e considere um aplicativo para o celular capaz de ajudá-lo nessa tarefa.

Cuidar do dinheiro do seu negócio ficará mais fácil com essas dicas.

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Sejam bem-vindos ao blog do DimDim

por equipe DimDim

Chegou um aplicativo para facilitar sua vida!

Olá, esse é o Blog do DimDim, o aplicativo que chegou para facilitar sua vida e descomplicar o jeito como usa o seu dinheiro.

Aqui você vai encontrar dicas de como cuidar do seu DimDim e dicas para o seu negócio.

Nós do aplicativo DimDim queremos que você cuide bem do seu dinheiro e melhore o jeito como cuida do seus negócios.

Nos preocupamos com você, com o uso consciente do dinheiro e do crédito, queremos você no controle das suas finanças.

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