Veja 4 ideias para fazer renda extra e melhorar o orçamento

Fotógrafo em uma sala com paredes brancas e quadro ao fundo. Hobby é uma das alternativas para fazer renda extra.
Se você se dá bem com fotografia ou tem outro passatempo rentável, considere usá-lo para ganhar um dinheiro a mais.

O orçamento está apertado e você precisa descobrir uma forma para fazer renda extra?

Pois saiba que existem maneiras de garantir uma graninha de verdade e melhorar a situação financeira com baixo ou nenhum investimento, seja levando a sério um hobby ou fazendo uma faxina em casa.

Ficou curioso? Então veja a seguir uma lista com quatro ideias para aumentar a renda!

Explore o seu lado vendedor

Para quem tem jeito com pessoas, uma alternativa é aproveitar as horas vagas para trabalhar com vendas diretas.

Produtos para casa, como Tapperware, ou de beleza, como Natura, Avon e Mary Kay, têm uma procura alta e constante. E não é preciso esforço para conseguir clientes, já que eles estão por todos os lados –até mesmo no trabalho!

Para aumentar os lucros com vendas diretas, a nossa dica é apostar no fiado –que, como já falamos aqui no blog, nada mais é do que uma venda a prazo.

Com isso, você ampliará o valor gasto pelos clientes em relação às compras à vista e dispensará o custo com a maquininha de cartão.

Para garantir a sua segurança e evitar calotes, use o DimDim, um aplicativo de pagamentos digitais pelo celular que emite boletos e ajuda no controle das vendas.

O cadastro é gratuito e, ao participar do Clube DimDim, você acumula pontos que podem ser trocados por créditos ou dinheiro quando indicar o app a um amigo e a plataforma for usada para o pagamento de faturas.

Use seus passatempos para fazer renda extra

Se as vendas diretas não são a sua praia, você pode aproveitar seus hobbies e transformá-los em uma fonte de renda.

Você cozinha bem? Gosta de fotografar? Tem uma coleção legal de vinis e adora colocar um som para os amigos? É ligada em moda e leva jeito para costura?

Tenha uma visão empreendedora e veja os seus passatempos e habilidades como formas de descolar um dinheirinho a mais.

Comece oferecendo serviços aos amigos e avise seus conhecidos pelo Facebook e Whatsapp. Depois, se dedique para fazer o seu melhor e peça para os clientes indicarem os seus serviços a outras pessoas.

Revenda o que está parado em casa

Agora, se nenhuma dessas opções é o seu forte, veja se não tem nada parado em casa que possa ser revendido para gerar uma renda extra.

Procure por roupas, joias ou relógios que estejam em ótimo estado, ou dê uma olhada nos móveis, aparelhos eletrônicos e coleções de CDs e DVDs nas estante. Pode ser que outra pessoa se interesse por eles.

Para vender, use comunidades no Facebook ou lojas on-line –os chamados marketplaces–, como o Mercado Livre e o Enjoei.

Ganhe fazendo compras

Parece pegadinha, mas não é.

Em alguns estados, como no Paraná e em São Paulo, existem programas que devolvem parte dos impostos pagos sobre os produtos.

Chamados de “CPF na nota”, os programas dividem parte da tributação com o consumidor, o qual acumula pontos em dinheiro a serem sacados após uma determinada quantia.

Para isso, basta  informar o CPF na hora da compra. Simples, não é?

Se você gostou das nossas dicas para fazer renda extra, compartilhe o post e acompanhe todas as novidades assinando a nossa newsletter!

Não fazemos fiado? Veja 3 motivos para não repetir essa frase

placa não vendemos fiado aplicativo dimdim
Em vez de colocar na parede, por que não aposentar a placa e informatizar as vendas no fiado?

Os cartazes e placas em que se lê não fazemos fiado são clássicos de bares e armazéns de bairro. Mas cá entre nós: você já parou para pensar que o fiado é uma alternativa para vender mais e fidelizar clientes?

É verdade que a inadimplência é um problema — e nós mostramos várias formas de combatê-la aqui no blog. Entretanto, com a informatização deste tipo de venda — que nada mais é do que uma venda a prazo –, anotar na caderneta pode ser um negócio e tanto.

Quer ver algumas razões para aposentar a placa de não fazemos fiado? Então vem com a gente!

1. O fiado faz os consumidores comprarem mais

Quando o comprador pede para pendurar um serviço ou mercadoria, isso significa que ele não tem recursos para pagar na hora. Por outro lado, os clientes que estão com o dinheiro contado para as compras podem levar um ou dois itens a mais na sacola se puderem dar uma entrada e quitar o restante no próximo mês.

Perceba que a lógica é a mesma do cartão de crédito. Poder dividir o valor de uma jaqueta que custa R$ 200 em quatro vezes de R$ 50 — valor que pesa menos no bolso — é a diferença entre levá-la ou não. E o fiado não está tão distante disso.

2. O fiado é uma forma de facilitar a vida do cliente

Como dissemos no início do texto, anotar na caderneta nada mais é do que uma forma de pagar a prazo. Na verdade, para o consumidor, ela é até melhor que o cartão de crédito, porque não existem custos com anuidade ou juros absurdos!

Para fidelizar e conquistar o público, todo pequeno negócio deve oferecer diferentes formas de pagamento. Enquanto uns clientes preferem o débito e o crédito e outros não dispensam o cheque, lembre-se que a quantidade de gente que compra em dinheiro e não tem conta em banco ou cartão ainda é grande. E o número de adeptos aos pagamentos digitais só cresce.

3. Já existem aplicativos para fazer vendas no fiado

Agora, se a sua preocupação continua sendo a segurança, fique tranquilo. Tire da parede o cartaz não fazemos fiado e baixe um aplicativo de pagamentos capaz de organizar os valores, as datas de recebimento e gerar boletos de cobrança.

Pense bem: ao baixar um programa para o celular, você matará dois coelhos com uma cajadada só.

Primeiro, porque controlará as contas do seu negócio, que ficarão todas registradas; e segundo, porque enviará boletos que formalizarão as compras a prazo, servirão de lembrete aos esquecidinhos e poderão ser protestados em caso de inadimplência — se for uma Pessoa Jurídica. E tudo isso sem precisar investir alto em sistemas de fluxo de caixa e de controle de vendas.

Entre os apps que oferecem todos esses recursos está o DimDim.

Disponível para aparelhos Android, o aplicativo dá também a possibilidade de transferências financeiras gratuitas e ilimitadas, pagamentos de contas do dia a dia e não exige conta em banco. Nele, não existe custo algum para fazer o cadastro: há cobrança apenas se a pessoa for carregar a conta ou sacar o dinheiro que está lá.

Vamos esquecer de vez da plaquinha não fazemos fiado? Baixe aqui o aplicativo e faça o teste!

Aprenda a organizar contas pelo celular de uma vez por todas!

homem digita na tela do celular aplicativo DimDim. Crédito: PexelsVocê se perde no controle das finanças e precisa de uma ajuda para lembrar os custos e as datas dos pagamentos do dia a dia? Não se desespere! Para manter a saúde financeira, basta um smartphone com conexão à internet e um pouco de disciplina para organizar contas pelo celular.

Para auxiliá-lo, nós do Blog do Aplicativo DimDim criamos um guia com uma relação de ferramentas on-line de controle de gastos e de pagamentos que, quando combinadas, têm um potencial e tanto para tornar a sua vida melhor. Confira a seguir:

Aplicativos para anotar gastos

Em primeiro lugar, para organizar as contas pelo celular é preciso tomar nota de todos os gastos — mesmo os pequenos! Como nem todas as compras são feitas no cartão, registre os pagamentos em dinheiro logo depois de realizá-las.

Além dos tradicionais “blocos de notas” que vêm nos celulares, a nossa dica é experimentar o Evernote.

A vantagem do aplicativo está na sincronização com o computador de casa ou do trabalho, o que garante a transferência automática das anotações feitas no telefone para o aplicativo instalado no seu PC ou notebook.

Além disso, o Evernote permite o compartilhamento de notas entre usuários, o que ajuda casais, familiares e amigos que fazem compras compartilhadas. Assim, as chances de ser perder nos gastos serão menores.

Fora isso, outra facilidade do app é a organização e a facilidade de busca das informações por meio de tags e de categorias.

Planilhas gratuitas de controle de despesas

Lado a lado das plataformas digitais e recursos para registro e lembretes no smartphone estão as planilhas do Excel.

Para quem não tem conta corrente ou usa apenas a conta salário, a vantagem das planilhas é a possibilidade de uso sem a necessidade de integração com os bancos. E, se forem salvas no Google Drive, Dropbox ou no OneDrive, da Microsoft, o acesso a elas poderá ocorrer de qualquer local pela internet.

Para organizar contas pelo celular por meio das planilhas, sugerimos baixar um dos modelos prontos do Office, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) ou da Bolsa de Valores.

Embora tenham suas particularidades, todos trazem categorias de gastos e fórmulas pré-definidas, o que poupa tempo dos usuários. E o melhor: são todos gratuitos!

Aplicativo para pagamentos digitais

Por fim, o uso de apps para pagamentos digitais facilita o controle de gastos e de ganhos de freelancers, autônomos e pequenos empresários.

Entre as ferramentas de organização disponíveis está o DimDim, uma plataforma que oferece uma carteira digital aos usuários e permite o pagamento de contas, a cobrança de dívidas e de serviços via boleto e a transferência de dinheiro sem pagar tarifas bancárias.

O cadastro é gratuito e não há mensalidade, apenas uma taxa fixa para depósito e saque pelo aplicativo, independente da quantia que é colocada.

Quer aprender a organizar contas pelo celular por meio do DimDim? Então baixe aqui o aplicativo e faça o teste!

4 segredos para fazer o dinheiro render no fim do mês

selos estampas carimbo confidencial segredo confidential top secret fazer o dinheiro render poupar investimentir blog aplicativo dimdim pixabayA grana está curta e sobra pouco no fim do mês? Pois saiba que você não está sozinho, caro leitor. Fazer o dinheiro render é um desafio diário para quase todas as famílias brasileiras. E, para isso, não existe fórmula mágica: é preciso ter paciência, disciplina e confiança.

Entretanto, existem alguns “segredos” que, quando combinados, fazem com que os resultados dos seus esforços apareçam mais depressa.

Nós do Blog do Aplicativo DimDim criamos uma lista com algumas ações que você pode tomar agora mesmo para turbinar as economias e fazer o dinheiro render mais. Preparado? Então vamos lá!

1. Não subestime nenhum gasto

Como já falamos aqui no blog, para economizar é necessário pôr no papel (ou no aplicativo) todos os gastos e entender para onde vai o seu dinheiro. Mas não adianta fazer isso e subestimar gastos aparentemente pequenos.

Faça uma análise: quanto você perde com taxas bancárias, como manutenção de conta corrente e anuidade do cartão? Uma taxa de R$ 15 por mês para a conta representa um custo anual de R$ 180, por exemplo. E com o café e o pão de queijo no lanche da tarde? Se nos cinco dias da semana você gastar R$ 5, serão R$ 110 no mês –e cerca de R$ 1.320 no ano!

Para escapar dessa, coloque TODOS os gastos na ponta do lápis e procure por saídas já: recorra a aplicativos que ofereçam alternativas às taxas bancárias ou leve um lanche de casa para o trabalho.

2. Esteja preparado antes de fazer compras

Parece besteira, mas não é. Ao fazer uma lista de compras, as chances de gastar com itens desnecessários no mercado serão menores.

Por isso, antes de sair de casa, veja o que está em falta e faça uma relação dos produtos e das quantidades que precisa. Tenha disciplina e não compre nada fora dessa relação.

Ah, e outra dica importante: se puder, evite ir ao mercado quando estiver com fome. Os gastos com comida tendem a ser bem maiores.

3. Prefira passeios ao ar livre

Depois de uma semana de trabalho, nada melhor que um bom descanso, certo? Entretanto, ao escolher um lugar para passear com a família ou mesmo sozinho, fuja dos shoppings e dê preferência a parques e locais públicos.

O problema dos shoppings é que todo o ambiente é feito para o consumo, e não cair em tentação é muito difícil. Por isso, dedique esse tempo para atividades ao ar livre. Além de fazer o dinheiro render, sua qualidade de vida aumentará!

E um toque para quem não dispensa um bar ou um restaurante com os amigos: diminua a frequência das saídas e convide as pessoas para jantar ou para se divertir em casa.

4. Para fazer o dinheiro render, poupe assim que receber

Para muitas pessoas, poupar é uma das maiores dificuldades para fazer o dinheiro render mais. Entretanto, existe um segredo para manter a regularidade dos investimentos: programar as aplicações na data do recebimento.

Ao investir na data do pró-labore ou quando a maior parte da renda entra no bolso, você criará aos poucos disciplina para poupar e compromisso com o seu futuro.

Portanto, calcule quanto é possível reservar ao mês e dê preferência às transferências automáticas, o que reduz o risco de esquecimento.

Gostou das nossas dicas para poupar e fazer o dinheiro render? Então assine a nossa newsletter na lateral esquerda da página para acompanhar todas as novidades!

Conheça 3 formas para não pagar tarifas bancárias nunca mais

caixa eletronico banco como nao pagar taxas bancarias aplicativo dimdim
Aplicativos para celular são alternativa para conta corrente em banco. (Crédito: Pixabay)

Você já reparou quanto o seu banco cobra apenas para manter o dinheiro parado na conta corrente? Imprima um extrato e faça o teste: todo mês, haverá um custo corroendo parte dos seus ganhos. E isso apenas para manter a conta aberta! Mas, o que os gerentes não dizem é que existem maneiras para não pagar tarifas bancárias.

Quer saber como escapar dos custos e fazer o seu dinheiro render mais? Então veja a seguir três alternativas para não ter mais essa dor de cabeça.

1. Serviços essenciais

As instituições financeiras oferecem aos seus clientes diferentes pacotes de serviços. Esses pacotes são padronizados e seguem as normas do Banco Central. Logo, todos os bancos do país são obrigados a oferecer aos correntistas determinados modelos e serviços.

No total, existem ao menos cinco padrões de conta corrente. E há um deles que não cobra nada dos consumidores: o chamado pacote de serviços essenciais.

Mas nem tudo é um mar de rosas.

Embora seja gratuito, como o próprio nome dá a entender, o pacote de serviços essenciais tem um número reduzido de operações mensais disponíveis, sendo elas:

  • Quatro saques nos guichês dos caixas e terminais eletrônicos;
  • Duas transferências bancárias na própria instituição;
  • Dois extratos impressos dos últimos 30 dias;
  • Dez folhas de cheque;

As compensações de cheques e consultas pela internet são ilimitadas, mas se um amigo ou parente tiver uma conta em outro banco e for necessária uma transferência, a operação será cobrada. Se essa mesma pessoa for correntista da sua instituição, você só poderá mandar duas vezes dinheiro para ela sem pagar por isso.

2. Conta digital

Por sua vez, existe também a conta corrente digital, uma segunda alternativa para não pagar tarifas bancárias.

Também regulamentada pelo Banco Central, a modalidade oferece um pacote de serviços gratuitos e ilimitados para movimentação financeira por meios digitais –aplicativos, internet e terminais eletrônicos.

Por meio dessa opção, é possível realizar transferências, DOCs e TEDs e saques em caixas eletrônicos e terminais 24 Horas sem custo. Qualquer contato humano, poém, é cobrando à parte.

Mas há um detalhe: as contas gratuitas estão desaparecendo dos grandes bancos.

Em 2017, o Itaú e o Bradesco anunciaram o fim dessa opção. Já o Banco do Brasil cancelou a sua conta digital, mas depois voltou atrás e a reativou. Os correntistas, porém, não podem mais migrar de um pacote convencional para o gratuito.

3. Aplicativos para não pagar tarifas bancárias

Mas o campo digital não se limita aos grandes bancos. Há ainda uma nova frente para não pagar tarifas bancárias: os aplicativos.

Por meio das plataformas digitais, os usuários criam contas gratuitas e podem realizar consultas e transferências ilimitadas. O depósito ocorre por meio da compensação de boletos bancários e há cobrança apenas para saque e aplicação, sem qualquer outro custo ou mensalidades.

E tudo isso com toda a segurança determinada pelas normas do Banco Central.

Quer fazer um teste para não pagar tarifas bancárias? Então faça o download do aplicativo Dim Dim por meio e do link crie a sua conta!

Veja 4 dicas de sucesso para vender a prazo com segurança

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(Crédito: Pexels)

Todo pequeno empresário que deseja aumentar os ganhos precisa ampliar as vendas a prazo. Afinal, como nem todo cliente tem dinheiro para pagar à vista, o fiado serve como uma forma de fidelização e de incentivo a encher o carrinho de compras. Entretanto, é preciso adotar medidas para vender a prazo com segurança.

Para alcançar esse objetivo, fizemos um passo a passo capaz de ajudá-lo a se proteger dos riscos do fiado e profissionalizar o seu sistema de cobrança. E tudo isso com um baixo investimento.

Ficou interessado? Então confira as dicas a seguir:

1. Coloque-se no lugar do cliente

Em primeiro lugar, considere que cada pessoa tem um jeito favorito de pagar as contas.

Enquanto uns preferem dinheiro, outros não dispensam o cartão e os meios digitais. E o lojista que não se atualizar e seguir o mercado estará perdendo oportunidades.

Para não ficar para trás, observe o comportamento dos seus clientes e esteja aberto às novas tecnologias de pagamento.

Se precisar de dinheiro em caixa, dê descontos nas compras à vista com dinheiro. Mas, ao fechar uma venda parcelada, use apenas aplicativos e sistemas de cobrança digital para se proteger dos calotes.

2. Organização acima de tudo

Feito isso, tenha um registro detalhado das suas vendas, com uma relação do valor, da forma de pagamento e da data prevista para o dinheiro entrar na sua conta. E desconfie das anotações no papel.

Como já escrevemos por aqui, a caderneta é eficiente, mas corre o risco de perda ou dano, além de ser pouco prática para encontrar informações com rapidez.

Para manter as vendas organizadas e seguras, recorra a um app capaz de digitalizar o seu caderno.

3. O bom e velho “sinal”

Pedir um valor de entrada nas vendas parceladas é uma prática conhecida e eficiente, mas que costuma funcionar melhor em alguns casos.

Para artesãos, costureiras e prestadores de serviços, por exemplo, o “sinal” serve como garantia de que, caso não haja retirada do produto, o trabalho não estará completamente perdido.

Além disso, a cobrança da entrada pode ser uma tática a ser considerada por comerciantes que vejam uma oportunidade de fazer novos negócios com a venda a prazo. Com isso, é possível aumentar os lucros sem abrir mão do dinheiro em caixa no momento da compra.

4. Tenha contratos para vender a prazo com segurança

Esta é uma outra dica para os prestadores de serviços.

Ao fechar um negócio em que o pagamento seja feito no futuro, faça questão de ter um contrato com a descrição do trabalho, do valor, do prazo e das multas quando em caso de inadimplência.

Se tiver problemas para cobrar os devedores, acesse o nosso post sobre o assunto para entender como lidar com a situação.

Agora, caso ainda não tenha um modelo, recorra a um contrato padrão na internet e use-o como base para aplicar aos seus serviços.

Ao seguir estas recomendações, será uma questão de tempo para melhorar os sistemas de cobrança e vender a prazo com segurança. Se quiser receber mais dicas sobre esse e outros assuntos, assine a nossa newsletter na lateral esquerda da página.

Por que o pagamento digital é seguro para o seu negócio

Mulher digita no computador com carteira, celular e lente de maquina fotografica ao lado
(Crédito: Pexels)

Você já parou para pensar como os meios de pagamento digitais estão presentes no nosso dia a dia? Seja quando fazemos uma transferência bancária ou uma compra no cartão, usamos ferramentas eletrônicas para mexer com o nosso dinheiro. E com a popularização dos celulares com acesso à internet, esses meios ganharam uma dimensão ainda maior.

O fato é que o pagamento digital é seguro e veio para ficar. E o seu negócio não pode ficar de fora dessa, não é mesmo?

Para entender mais sobre esse universo, vamos explicar como esses meios funcionam, porque eles são seguros e de que forma você pode adotar uma ferramenta eletrônica no seu negócio.

O que é o pagamento digital?

Os meios de pagamento digitais são todos aqueles feitos por meio da internet, seja quando alguém passa o cartão no mercado ou quando faz uma compra numa loja virtual.

Embora seja uma operação digital, toda compra eletrônica exige que o consumidor tenha dinheiro “de verdade” na conta corrente ou na carteira, se preferir quitar o boleto em uma lotérica, por exemplo.

Em todos os casos, a troca entre comprador e vendedor só se dá por meio da presença de um intermediário. Esse intermediário pode ser um banco, a operadora de cartão de crédito ou uma empresa especializada apenas nesse tipo de operação.

O crescimento do uso de celulares com acesso à internet, porém, fez surgir uma nova modalidade de pagamentos digitais: a feita por aplicativos para smartphones, o que tornou as operações mais rápidas e práticas.

Porque o pagamento digital é seguro?

Ok, mas e o que garante a segurança dessas operações?

A resposta para essa pergunta está na criptografia.

A tecnologia nada mais é do que uma forma de proteção das informações trocadas entre os usuários –neste caso, a loja e os compradores– por códigos e senhas que não podem ser quebradas ou acessadas por outras pessoas.

Este recurso é o mesmo usado pelo Whatsapp para garantir a privacidade das conversas, por exemplo.

Combinada com o uso de antivírus e a atualização do sistema, a criptografia torna as compras mais seguras do que as realizadas com dinheiro vivo, porque as chances de roubo são muito menores.

Como adotar esse sistema no seu negócio

Depois de entender como funcionam as carteiras digitais, a pergunta que fica é: como adotar um sistema de pagamentos eletrônicos?

Entre as opções mais acessíveis está o uso de plataformas de compra e venda pelo celular, como é o caso do aplicativo DimDim.

O sistema funciona como um whatsapp do dinheiro: nele, o usuário que não tem como pagar em espécie pode transferir o valor na hora ou fazer um pedido para que o vendedor ofereça o crédito para a compra a prazo.

Quando isto ocorre, o empresário tem acesso à reputação do consumidor e pode escolher entre vender a ele ou não. Assim, quem está acostumado a vender fiado ganha segurança ao conhecer o perfil do consumidor e a possibilidade de “culpar” o aplicativo quando não desejar fazer a operação a prazo.

Outra vantagem é que o cadastro e as transferências entre contas são gratuitos, sem a necessidade de ter um cartão de crédito ou conta em banco. Os depósitos são feitos por meio de boletos.

Viu como escolher o pagamento digital é seguro para o seu negócio? Se você quiser saber mais sobre este e outros assuntos ligados a pequenas empresas, assine a nossa newsletter na lateral esqueda da página.

Saiba como vender fiado com segurança e evitar calotes

aperto de mãos escritório monitor telefone vender fiado com segurança aplicativo dimdim Pixabay

Qual é o dia em que não passa alguém na sua loja ou consultório atrás de realizar uma compra ou um negócio no fiado? Como nem todo mundo tem dinheiro para pagar na hora, anotar na caderneta é uma das saídas para aumentar os lucros e o número de consumidores. Mas, quanto mais se fazem vendas a prazo, maior é a preocupação em torno de duas questões: como vender fiado com segurança e evitar calotes?

Essas são dúvidas comuns na vida de prestadores de serviços e pequenos empresários, mas não são questões sem resposta. Para resolver esses problemas, basta mudar algumas atitudes. Para ajudá-lo, o Blog do Aplicativo DimDim listou as principais delas. Confira!

O risco de anotar tudo no papel

Em primeiro lugar, é preciso entender que, embora o registro das vendas seja indispensável, escolher o papel e a caneta como forma de documentação tem dois riscos: o imprevisto e a falta de um backup.

Imagine as seguintes situações: Uma chuva forte afeta o seu escritório e estraga a sua caderneta. Ou então a sua secretária –ou mesmo você– a esquece ou perde em algum lugar.

Sem ter uma cópia do livro, o prejuízo será grande.

Além disso, para manter o registro é preciso ter uma enorme capacidade de disciplina e de organização, principalmente quando as vendas a prazo vão bem em um determinado mês.

Para passar longe dessas complicações e profissionalizar o seu negócio, a dica é adotar um sistema de “documentação” on-line.

Ao recorrer à informatização, os valores das compras ficarão disponíveis no seu computador e na internet. As consultas podem ser feitas a qualquer momento e terão cópias automáticas na “nuvem”, o que evitará a perda dos arquivos.

Faça os clientes se lembrarem das dívidas

O uso de um sistema é o primeiro passo para vender fiado com segurança e evitar calotes. Mas e como fazer com que os clientes lembrem-se de pagar as contas?

A resposta para isso são os boletos de cobrança.

Estes documentos têm a função de indicar aos compradores três informações importantes:

  • Qual é o valor da compra;
  • Qual é a data de vencimento;
  • E de quanto é a multa em caso de atraso.

Além de servir como um refresco para a memória, o boleto é um documento que indica a existência de uma dívida em nome do comprador, o que dá uma garantia a mais ao vendedor.

Opte por um app para vender fiado com segurança

Para colocar essas medidas em prática é possível usar ferramentas de pagamento e de cobrança pelo celular.

Com os apps, os vendedores e prestadores de serviços terão acesso a sistemas conjuntos de controle e de geração de boletos com baixo investimento e de fácil utilização.

Entre as opções disponíveis está o DimDim, um aplicativo de pagamentos à vista e a prazo e de cobrança e transferência de dinheiro 100% digital. Por meio dele, o empresário oferece crédito aos consumidores que não têm condições de comprar na hora e tem acesso a uma plataforma de reputação dos compradores. Com isso, a decisão de vender fica mais fácil.

E você, tem alguma dúvida sobre como vender fiado com segurança e evitar calotes? Deixe aqui o seu comentário!

Como controlar gastos: veja dicas para autônomos e vendas diretas

Como controlar gastos? Registrar no papel ou no celular os pagamentos e recebimentos são algumas formas. (Foto: Pexels)
Registrar no papel ou no celular as contas e os recebimentos são algumas formas para controlar os gastos de maneira eficiente. (Foto: Pexels)

Se para uma pessoa com carteira assinada é importante saber como controlar os gastos, para os profissionais autônomos e trabalhadores de vendas diretas essa é uma preocupação maior ainda.

Para ter uma vida financeira mais saudável e evitar passar por algum perrengue, veja a seguir cinco dicas que vão fazer toda a diferença:

Separe as despesas pessoais das profissionais

Essa é uma máxima que vale não só para os pequenos empresários, mas também para profissionais autônomos, freelancers e de vendas diretas.

Ao misturar as contas, os trabalhadores não conseguem saber exatamente quanto custa manter os produtos em estoque ou quanto é preciso vender para sair no lucro (o que é péssimo para o bolso).

Para fugir disso, registre em uma planilha, caderno ou aplicativo todos os gastos que você possui em casa e no escritório. Descubra quanto é preciso ganhar por mês para pagar as contas mais importantes e estude onde é possível cortar custos.

A partir daí, refine o seu controle de gastos e faça uma projeção das despesas pessoais e profissionais dos próximos meses.

Mantenha um registro das vendas

Para os profissionais autônomos e de vendas diretas, ter um registro dos pagamentos à vista e a prazo é fundamental.

Garanta isso por meio de uma relação por escrito dos recebimentos obtidos na hora e aqueles que foram “pendurados”. Além disso, anote as formas de pagamentos (dinheiro, cheque, etc.) e a data em que o valor entrará no caixa.

Para facilitar a sua vida, use aplicativos para o celular, como o DimDim. Nele, você terá uma plataforma digital que oferecerá o registro das vendas, o controle dos recebimentos e a emissão de boletos.

Não tenha medo de cobrar

Vender fiado é uma prática comum neste meio, o que traz consigo o risco de calote. Mas existem maneiras de diminuir essas chances.

A digitalização e o controle das vendas são duas delas. Entretanto, existe ainda uma terceira via: a cobrança de clientes inadimplentes.

Se você é tímido, tente algumas das abordagens a seguir:

  • Quando a data de vencimento estiver próxima, mande mensagens de texto lembrando da compra.
  • Se, mesmo assim, a pessoa ficar sem pagá-lo depois do vencimento, entre mais uma vez em contato via SMS ou whatsapp.
  • Caso o cliente não tenha dinheiro para pagá-lo, ofereça a oportunidade de renegociar a dívida.

Depois de controlar os gastos, faça uma reserva de emergência

Depois de entender como controlar os gastos, é hora de manter um “colchão” para momento difíceis. Ele pode ser uma poupança, um fundo de investimento ou outra opção da sua preferência. O importante é que seja fácil e rápido de sacar e que ofereça algum rendimento.

Tenha disciplina e só use o dinheiro se for realmente preciso. A recomendação dos educadores financeiros é montar uma reserva equivalente a seis meses dos seus ganhos. Sempre que usá-la, lembre de repor a quantia assim que puder.

E você, tem mais dicas sobre como controlar gastos e fazer o seu dinheiro render mais? Deixe aqui o seu comentário!

Entenda o que é risco de crédito e como isso afeta seu negócio

Entender o que é risco de crédito é decisivo para aumentar as vendas e ganhar novos clientes. (Foto: Pexels)

Entender o que é risco de crédito é fundamental para todo pequeno empresário que quer aumentar as vendas no fiado com segurança e evitar calotes.

Por meio de serviços on-line e aplicativos para o celular, os profissionais têm acesso a uma base de dados com a reputação dos compradores, o que ajuda a decidir quando vale a pena vender a prazo para aumentar os ganhos.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então leia o texto a seguir:

O que é risco de crédito?

O risco de crédito é o quanto o lojista, o pequeno empresário e o prestador de serviços estão expostos a perdas por falta de pagamento.

Neste caso, a lógica é a mesma de quando um amigo lhe deixa na mão. Se ele não devolver o dinheiro todas em  que tomar emprestado, será mais difícil de ajudá-lo no futuro.

No mundo dos negócios é a mesma coisa. Ao ficar inadimplente, o consumidor ganha uma “nota baixa” e tem dificuldade de fazer empréstimos ou conseguir um novo cartão de crédito, por exemplo. Já quando as contas são pagas em dia, a classificação se torna alta e a situação é outra.

Quanto mais vezes um cliente ficar devendo, menor será a sua pontuação, porque o risco de um outro vendedor levar um calote será maior.

Essa classificação é um dos pontos considerados pelo Serasa, pelo SPC e pelos bancos para avaliar se uma pessoa pode ou não ter acesso a alguns serviços e facilidades.

Mas, assim como existem listas de maus pagadores, há também o outro lado da moeda: o cadastro positivo.

Ao contrário da anterior, esta listagem indica quais são os consumidores que pagam as contas em dia e que, por isso, merecem empréstimos mais altos quando for preciso. Por enquanto, para fazer parte desse cadastro no Brasil é preciso solicitar a inclusão nos serviços de proteção de crédito.

Entretanto, os pequenos empresários e os autônomos podem ter um cadastro próprio para organizar as contas do negócio.

Aplicativos ajudam a evitar calotes

Ao conhecer o perfil dos clientes, vender fiado se torna mais seguro e lucrativo. Afinal, para uma loja ou para quem trabalha com vendas diretas, isso significa compras parceladas com preços mais altos e menores riscos de perdas.

Mas, para criar um banco de dados com essas informações é necessário tempo, investimento e gente. Por isso, é possível contratar planos de empresas especializadas ou baixar um aplicativo gratuito para o celular.

Por meio deste programa, os pequenos empresários e profissionais autônomos têm acesso a uma plataforma digital que oferece a reputação dos clientes no momento em que eles pedem o crédito para efetuar as compras.

Com isso, pode-se conhecer o perfil de pessoas que nunca pisaram na sua loja e que no futuro podem se tornar fiéis ao seu negócio.

Pronto: agora você já sabe o que é risco de crédito. Se ainda tiver dúvidas sobre o assunto, deixe a sua pergunta no post. Até a próxima!